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terça-feira, 30 de agosto de 2016

QUEIMADO! SAPECADO! TORRADO! Governo Flávio Dino tem 52% de desaprovação em São Luís


Nem fritado esse aqui presta...


Por Luís Pablo Política
 
Flávio Dino não engole a rejeição
Flávio Dino não engole a rejeição

Queimado. Essa é palavra que define a avaliação do governo Flávio Dino (PCdoB) em São Luís-MA.
 
Levantamento feito pelo Instituto Prever, realizado entre os dias 26 a 28 deste mês, apontou que a maioria da população desaprova a gestão comunista.

Foram 52% da capital que desaprovaram o governo e apenas 42,5% aprovaram. Não souberam ou não responderam 5,5%.

O resultado do levantamento é a prova de como a administração de Flávio Dino está desastrosa e sua defesa ao governo corrupto do PT está lhe queimando em São Luís.

A pesquisa ouviu 1 mil pessoas e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-02350/2016.

Pesquisa Prever

Criminosos explodem agência bancária em Caxias, MA

30/08/2016 08h14 - Atualizado em 30/08/2016 08h28
Ação teve como alvo unidade do Banco do Brasil, por volta das 3h50.

                                 Fotos exclusivas/Blog IDALGO LACERDA

Seis homens armados participaram do arrombamento, segundo 2º BPM.

Do G1 MA
Criminosos explodiram a agência do Banco do Brasil de Caxias (MA) – município localizado a 360 km de distância de São Luís – na madrugada desta terça-feira (30). Segundo informações do sargento Valdenir, do 2º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Caxias, a ação teve início por volta das 3h50.

O ataque foi concentrado à agência bancária. Seis homens armados de fuzis e pistolas usaram explosivos para destruir caixas eletrônicos abastecidos na tarde dessa segunda-feira (29), às vésperas do pagamento do funcionalismo público.

Até o momento, nenhum suspeito foi preso. Por volta das 7h20, a Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) encontrou um veículo, modelo Fit, usado pelos suspeitos na ação.
Arrombamentos e assaltos a bancos
De acordo com dados do Sindicato dos Bancários do Maranhão (Seeb-MA), esse é o 37º arrombamento as agências bancárias registrado em 2016, no Maranhão. A ação mais recente havia sido registrada em Barreirinhas, no dia 15.

No período, outros oito assaltos a bancos foram registrados. Do total de ações registradas (45), 26 foram contra agências do banco Bradesco e 19 do Banco do Brasil.

Arrombamentos e assaltos foram registrados em 35 cidades (Foto: G1)Arrombamentos e assaltos foram registrados em 35 cidades (Foto: G1)

Quando somados todos os casos de arrombamentos, assaltos e saidinhas bancárias, o número chega a 48 casos em 2016.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Município de Coroatá decreta Ponto Facultativo, dia 31 de agosto



Ex-prefeito de Coroatá é condenado a devolver mais de R$ 1 milhão



PROJETO EMBUSTE S.O.S.




Por IDALGO LACERDA - Precisando ganhar de qualquer jeito uma das duas prefeituras  que ora coloca em disputa o filho pelo município de Coroatá e a esposa pelo município de Peritoró, o que não passa de dois projetos políticos no vislumbre de vir a ser mais uma tentativa de um grande embuste, golpe aplicado contra os munícipes coroataenses e peritorenses nos próximos cinco anos.  Isto é, caso  os "embusteiros' indicados e apoiados pelo então Prefeito Luís da Amovelar sejam eleitos dia 02 de outubro de 2016.

Toda essa tramoia conta com o aval do Governador Comunista Flávio Dino (PCdoB), que a todo custo visa defenestrar o seu maior arquirial político, Ricardo Murad, que terá de enfrentar nas eleições para o governo do Estado do Maranhão em 2018. 


13/07/2013 08h54 - Atualizado em 13/07/2013 09h04
Luís da Amovelar foi condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas.

Ele também teve os direitos políticos suspensos por oito anos.

O ex-prefeito de Coroatá (a 260 km de São Luís), Luís da Amovelar, foi condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação. No julgamento da ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal, a juíza Liviane Kelly Soares Vasconcelos condenou o ex-prefeito a devolver aos cofres municipais o valor de R$ 1.223.174,12 com as devidas correções monetárias, e suspendeu seus direitos políticos por oito anos, tornando-o inelegível.

O ex-prefeito também foi condenado ao pagamento de multa equivalente a 20 vezes o valor da maior remuneração percebida durante seu mandato, além de proibí-lo de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de cinco anos.

Na ação de improbidade administrativa, o MPF acusou Luís da Amovelar de cometer diversas irregularidades no uso de verbas públicas do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJA), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Fundef e outros recursos destinados principalmente à educação do Município de Coroatá.

Dentre as irregularidades estão: o fracionamento indevido de licitações, a ausência de processo licitatório e da aplicação do mínimo exigido com a remuneração dos profissionais da educação, ilegalidades nos documentos comprobatórios das despesas e ausência de comprovação de despesas.

De acordo com o MPF, todas as irregularidades atribuídas ao ex-prefeito foram constatadas pela fiscalização da Controladoria Geral da União (CGU) realizada no município.

Indícios de fraude na Tomada de Preços n° 06/2005 também foram apontados pelos MPF. A vencedora firmou contrato com a prefeitura, mas as notas fiscais anexadas na documentação de comprovação de despesas foram emitidas por outra empresa. Em sua defesa ao MPF, representantes da responsável pela emissão da documentação afirmaram que as notas fiscais foram furtadas e que eles nunca participaram de processo licitatório no município de Coroatá.

Com base no Relatório de Fiscalização nº 756 da CGU, o MPF informou que o ex-prefeito não comprovou diversos gastos de verbas do Fundef do exercício de 2005, realizados por meio de pagamento em espécie e em cheques nominados à própria Prefeitura de Coroatá, totalizando R$ 1.223.174,12. A Justiça Federal constatou que esse volume de recursos foi sacado, mas não foi empregado nas despesas relatadas pela Prefeitura.

“Ressalte-se que não se trata aqui de dano presumido. Independentemente da regularidade ou não das despesas realizadas pela Prefeitura, estas atingiram o montante de R$ 8.350.291,78. Por outro lado, foram efetivamente retirados da conta do Fundef recursos no valor de R$ 9.573.465,90. Assim, em relação ao montante de R$ 1.223.174,12, não há sequer indício de que tenha sido efetivamente empregado em despesas públicas”, diz a juíza na sentença dada dia 10 de junho passado, no Processo 2008.37.00.005367-5.

A juíza declara ainda que Luís da Amovelar não se manifestou perante a CGU para esclarecer os fatos e, em sua defesa ao MPF, não fez nenhuma consideração a respeito do destino dos recursos.

domingo, 28 de agosto de 2016

Ex-prefeito de Coroatá Luís da Amovelar é condenado pela Justiça Federal



RECORDE! O maior corrupto e inimigo número do povo de Coroatá é apoiado pelo Governador Comunista 'caga rodando', Flávio Dino! Pode um negócio desses?!?


Maranhão / Política

luis da movelar

O ex-prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar, foi condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação.  No julgamento de ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal, a juíza Liviane Kelly Soares Vasconcelos condenou o ex-prefeito a devolver aos cofres municipais o valor de R$ 1.223.174,12 com as devidas correções monetárias, e suspendeu seus direitos políticos por oito anos, tornando-o inelegível.

Na sentença, a juíza também condenou Luís da Amovelar ao pagamento de multa equivalente a 20 vezes o valor da maior remuneração percebida durante seu mandato, além de proibi-lo de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de cinco anos.

Na ação de improbidade administrativa, o MPF acusou Luís da Amovelar de cometer diversas irregularidades no uso de verbas públicas do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJA), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Fundef e outros recursos destinados principalmente à educação do Município de Coroatá.

Dentre as irregularidades apontadas na ação destacam-se o fracionamento indevido de licitações, a ausência de processo licitatório e da aplicação do mínimo exigido com a remuneração dos profissionais da educação, ilegalidades nos documentos comprobatórios das despesas e ausência de comprovação de despesas. O MPF informou que todas as irregularidades atribuídas ao ex-prefeito foram constatadas pela fiscalização da Controladoria Geral da União (CGU) realizada no município.

O MPF apontou indícios de fraude na Tomada de Preços n° 06/2005, que teve como vencedora a empresa P. S. Sousa e Cia Ltda. Esta firmou contrato com a prefeitura, mas as notas fiscais anexadas na documentação de comprovação de despesas foram emitidas pela empresa Remax Distribuidora Ltda. Em sua defesa ao MPF, representantes da Remax afirmaram que as notas fiscais foram furtadas e que eles nunca participaram de processo licitatório no município de Coroatá.

Com base no Relatório de Fiscalização nº 756 da CGU, o MPF informou que o ex-prefeito não comprovou diversos gastos de verbas do Fundef do exercício de 2005, realizados por meio de pagamento em espécie e em cheques nominados à própria Prefeitura de Coroatá, totalizando R$ 1.223.174,12. A Justiça Federal constatou que esse volume de recursos foi sacado, mas não foi empregado nas despesas relatadas pela Prefeitura.

“Ressalte-se que não se trata aqui de dano presumido. Independentemente da regularidade ou não das despesas realizadas pela Prefeitura, estas atingiram o montante de R$ 8.350.291,78. Por outro lado, foram efetivamente retirados da conta do Fundef recursos no valor de R$ 9.573.465,90. Assim, em relação ao montante de R$ 1.223.174,12, não há sequer indício de que tenha sido efetivamente empregado em despesas públicas”, diz a juíza na sentença dada dia 10 de junho passado, no Processo 2008.37.00.005367-5.

A juíza declara ainda que Luís da Amovelar não se manifestou perante a CGU para esclarecer os fatos e, em sua defesa ao MPF, não fez nenhuma consideração a respeito do destino dos recursos. “Na qualidade de prefeito daquela municipalidade e, portanto, ordenador de despesas, ele era o agente público responsável pela correta aplicação das verbas públicas. Portanto, ao liberar verba pública sem a estrita observância das normas pertinentes, e sem comprovar a destinação da referida verba, a conduta do ex-gestor, além de macular os princípios da administração pública, causou efetivo dano ao erário”, concluiu a juíza.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Dois homens são presos durante tentativa de assalto a Correios no MA



VIOLÊNCIA PREMEDITA E EVITADA...

25/08/2016 15h51 - Atualizado em 25/08/2016 15h51
Dupla foi presa em flagrante pela a polícia no município de Cidelândia.

Polícia também recuperou cerca de 10 mil reais que eram da agência.

Do G1 MA, com informações da TV Mirante

Dois homens identificados como Ricardo da Costa Cruz Pereira, de 24 anos, e Bergome Windson Alvez Diniz, 21, foram presos em flagrante nesta quinta-feira (25) durante uma tentativa de assalto a uma agência dos Correios no município de Cidelândia, a 616 km de São Luís.

Segundo informações da Polícia Militar, a prisão ocorreu quando a equipe fazia um patrulhamento e identificou o assalto que estava acontecendo na agência. Com os suspeitos foram apreendidas duas armas de fogo calibre 38, dez munições intactas e mais uma motocicleta.

A polícia também recuperou cerca de 10 mil reais que eram da agência. A dupla Ricardo Pereira e Bergome Diniz foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Cidelândia e está à disposição da Justiça.

Duas armas de fogo calibre 38 estavam em poder de Ricardo da Costa Cruz Pereira e Bergome Windson Alvez Diniz (Foto: Reprodução/TV Mirante)Duas armas de fogo calibre 38 estavam em poder de Ricardo da Costa Cruz Pereira e Bergome Windson Alvez Diniz (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Profissão Repórter destaca nº de homicídios registrados em São Luís



Estatística que mostra o número da crescente violência na Capital do Estado, será mostrada hoje, no Profissão Repórter da Rede Globo!!!

25/08/2016 08h48 - Atualizado em 25/08/2016 08h48
São Luís passou a ser a capital mais violenta do país, a taxa de homicídio é de 90 para cada 100 mil pessoas; números são do Mapa da Violência 2016.
A edição desta quarta-feira (24), do Profissão Repórter, destacou dados de uma pesquisa que contabilizou número recorde de homicídios no Brasil. Os números foram revelados pelo Mapa da Violência de 2016 e mostrou a evolução da violência em estados e municípios brasileiros.

A capital maranhense, São Luís, foi destaque no programa. O repórter Estevan Muniz acompanhou uma equipe do Samu que foi socorrer um rapaz baleado. São Luís passou a ser a capital mais violenta do país, a taxa de homicídio é de 90 para cada 100 mil pessoas. A média nacional é de 29 mortes a cada grupo de 100 mil.

São Luís registra média de 29 homicídios para cada 100 mil habitantes (Foto: Reprodução/Globo)São Luís registra média de 29 homicídios para cada 100 mil habitantes (Foto: Reprodução/Globo)


Lawrence Melo, delegado geral da Polícia Civil do Maranhão, admite que houve uma alta no número de homicídios até 2014, como mostra o Mapa da Violência, mas disse que agora o número de assassinatos está diminuindo porque houve investimento na Segurança Pública, como a equipe da Delegacia Móvel.

Renato Sérgio de Lima, historiador que preside a Sociedade Maranhense dos Direitos Humanos, aponta que a chegada de facções criminosas vindas do sudeste do país é a principal causa do aumento da violência em São Luís.

“No período do começo dos anos 2000 até 2014 experimentou-se uma onda de violência relacionada à expansão do crime organizado com uma nova configuração das facções criminosas que se organizaram, em primeiro lugar, dentro do sistema prisional, e também fez conexão com facções nacionais colocando a cidade em uma situação de disputa de territórios”, afirma.

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